segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fotos Eduardo Muylaert










Fotos último dia da exposição Barão 955, por Eduardo Muylaert.



Encontro com Katia Canton

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Olhando de perto...


Aguardando um próximo encontro ... Heloísa








Colaboração: Heloísa Ruiz Pereira


Sábado, com Kátia Canton, foi fechar um grande encontro da melhor maneira possível!

Parabéns, Cláudia e Renata, por mais essa escolha!

e pra comemorar foi postar uma foto que chamei de "Encontros"...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009


Kátia Canton participa de bate-papo na Barão 955


Evento faz parte do encerramento da exposição. Entrada gratuita


A crítica de arte, docente e diretora de curadoria do Museu de Arte Contemporânea da USP, Kátia Canton, participa de um bate-papo com o público no próximo sábado, 24 de outubro, às 11h, como parte do encerramento da exposição Barão 955 (Alameda Barão de Limeira, 955 – Centro - SP). Na ocasião, a artista falará sobre arte contemporânea e iniciativas como a própria Barão 955, uma exposição colaborativa que surgiu com um grupo de artistas em um galpão no centro de São Paulo.

Jornalista por formação, Kátia fez mestrado e doutorado em Artes Interdisciplinares na New York University. Trabalhou no MoMA (Museum of Modern Art) de NY e foi professora e curadora do Museu de Arte Contemporânea da USP. Paralelo à carreira acadêmica, Kátia especializou-se como autora de livros infantis. No âmbito da arte, escreveu os livros Novíssima Arte Brasileira – Um Guia de Tendências, Retrato da Arte Moderna, entre outros.

O evento é aberto ao público e a entrada franca.

Sobre a Barão 955

Tudo começou com um grupo de 5 artistas que estuda “Poética da Cidade” com Renata Pedrosa no Centro Cultural b_arco, em São Paulo , e culminou com a Exposição Barão 955, que reúne artistas que vão usar um galpão no centro de São Paulo para realizar uma exposição colaborativa, buscando uma relação da arte contemporânea com o ambiente urbano, levando em consideração a arquitetura do local e as características da região, muitas vezes subestimada pela população

Do grupo inicial, elegeu-se uma curadora, Claudia Lessa, já experiente no assunto. A partir de então, Claudia passou a pesquisar mais artistas com trabalhos que dialogassem com a arquitetura do local. Formou-se então um grupo de 16 participantes, alguns ainda iniciantes, outros já bem experientes, e que juntos adentram o circuito das mostras com um leque amplo de trabalhos, tais como fotografias, instalações, desenhos, pinturas, etc.

A ideia é levar um outro olhar para o galpão, mostrando novas possibilidades de utilização. O local tornou-se temporariamente um espaço alternativo para uma exposição de arte, uma vez que o circuito habitual de galerias e instituições culturais é, muitas vezes, de difícil acesso aos artistas.

De acordo com a curadora, a proposta era que os artistas estivessem livres para criar e desenvolver seus trabalhos, sem qualquer imposição de temas ou materiais. Nasceu assim a exposição Barão 955, um espaço para reflexão sobre a produção contemporânea brasileira. A mostra começou em 26 de setembro e termina no dia 24 de outubro.

O nome da exposição, Barão 955, faz alusão ao endereço onde estará montada: Alameda Barão de Limeira, 955. A entrada é gratuita e há um monitor no local para orientar o público sobre a natureza dos trabalhos.

Serviço

Bate-papo com Kátia Canton

Local: Exposição Coletiva Barão 995

Endereço: Alameda Barão de Limeira, 955 / Centro

Data: sábado, 24 de outubro

Horário: 11h

Aberto ao público

Entrada gratuita

Classificação indicativa: Livre

Homepage: www.barao955.com



Assessoria de Imprensa:

Foco Jornalístico – www.focojornalistico.com.br / (11) 3023.3940 / (11) 3023.5814

Regina Cintra – regina@focojornalistico.com.br

Daia Leide – daiane@focojornalistico.com.br

Panoramica do trabalho do Giuliano pelo mercado Veropeso.....



Alguns stills da vídeo cobertores, que apresento na expo Barão 955.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Texto de Heloísa Ruiz Pereira


As curvas, o movimento - creio que é isto que busco em todo trabalho, independentemente do material que uso.

O ferro é material duro. Inflexível?

Há momentos em que para superar um obstáculo aparentemente intransponível, é preciso lidar como se fosse de ferro. Cortá-lo, dobrá-lo e vê-lo elevar-se no ar com graça e beleza.

Nem que seja processando pensamentos...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

texto Luciana Benaduce

Na exposição Barão 955 apresento três trabalhos Cabine, Cobertores e Fluxo.

Cabine
O projeto Cabine iniciou em 2001 quando fotografava Cabines de segurança pela cidade de SP, com influências dos artistas Bernd and Hilla Becher que utilizam uma linguagem objetiva e frontal através da fotografia industrial, uma forma de documentação artística da arquitetura.
Em 2007 quando fui fotografar um hospital em construção me deparei com uma Cabine de trabalhadores que logo me fez lembrar a minha antiga pesquisa. Resolvi registrar novamente numa maneira de reforçar o projeto anterior. A foto tem alguns elementos que para meu trabalho são importantes. Como o contraste dos materiais madeirite x vidro espelhado, a cor e a questão que é recorrente em meus trabalhos o abrigo x o espaço .
A partir da fotografia resolvi ampliar a pesquisa e abrir novas camadas de significação dela para o objeto. Apresentar uma materialidade das fotos sem as reproduzir literalmente. Sendo assim a foto mais a instalação dos materiais uma ao lado da outra propõe uma reflexão sobre a consciência da escala e da relação do espaço entre sujeito e o objeto. Essa relação abre novas possibilidades de ver o objeto, dependendo de onde o observador e o objeto estão. É somente esta distância entre o objeto e sujeito que cria uma situação mais estendida, a participação física torna-se necessária, promove uma ação corporal.
Cobertores
Já o projeto Cobertores surgiu das minhas caminhadas pelas ruas de SP como uma maneira de vivenciar a cidade . Numa das minhas andanças encontrei um objeto que chamou minha atenção: um arranjo enrolado de manta no chão. A manta possuía uma forma ambígua ora parecia um corpo humano,ora uma trouxa de roupas. Essa ambigüidade do objeto me interessou. A partir de então resolvi documentar com minha câmera fotográfica cobertores encontrados nas ruas de SP. Pensando o cobertor como um objeto de abrigo, de uma “casa própria” e resgatando as obras de fotografias que faço desde 2001, onde os elementos da arquitetura estão sempre presentes. ‘A partir da documentação fotográfica senti a necessidade de expandir o trabalho para o objeto e fazer uma intervenção pública na cidade. A Intervenção ocorreu em dois dias no vale do Anhangabaú em SP.
Fluxo
Desafiar o espaço foi umas das propostas de curadoria da exposição no galpão pensando nisso surgiu o trabalho Fluxo. Pensar os elementos do lugar uma idéia mais ampla da memória daquele espaço que foi a casa da minha família até 1956. No galpão existem muitos pontos de águas amputados do passado mas que vivem no espaço até hoje, após diversas transformações.
Pensando a água como: sustentação,célula,sangue,vida,fluxo,ciclo,transformação me apropriei do objeto caixa d´agua por meio da pintura,fotografia e som.
Dando continuidade a mesma questão dos trabalhos anteriores Hotel, Caixa d´água, Pontes, Catraca,os trabalhos que apresento nessa exposição são assuntos já tratados no passado como o tempo, o espaço e a habitação.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009




" Mas tinha que respirar

Todo dia
Todo dia,todo dia
Todo dia... "

Debaixo d´água, Arnaldo Antunes.

entre elas




Amigas como é bom !

visitantes


Acontece na Barão ----------------------------------->



<-----------------------------------

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um passeio no mercado de Bélem com Giuliano Bianchi

Um turista no "VER-O-PESO"

O trabalho consiste em uma série de fotos dos casarões situados na orla do Porto de Belém do Pará, mais especificamente no principal mercado denominado "VER-O-PESO".

As fotos estão na sequência em que os casarões se encontram, e foram ampliadas para realçar os momentos do cotidiano.

O visitante, munido de aparelho HAND HELD ou "Coletor de Dados", usados para instantaneamente captar informações in-loco, visita a exposição e escolhe por meio de um dispositivo, numa sequência 4 (quatro) fotos de sua preferência.

Ao final de sua visita passa por uma maquina impressora e retira as cópias em tamanho de cartão postal das fachadas escolhidas.

O trabalho ínsita o visitante percorrer, observar, participar e escolher imagens, a sua preferência e assim levar uma recordação do que visualizou, a exemplo de quando visitamos uma cidade histórica e depois compramos um jogo de postais com lembrança.
Giuliano Bianchi
www.giulianobianchi.art.br

Texto de Vera Pamplona



No momento atual,uso o gesto de retirar resíduos.
Movimento do instante captar.
Multiplicando-o no espaço.
Depois.

Visível e palpavel
Gesto transformado
Gesto/armadilha
Do instante,sequestrador

O tempo,eu quero
aprisionar

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Um pouco da nossa história

Tudo começou com um grupo de 5 artistas que estudam “Poética da Cidade” com Renata Pedrosa no centro Cultural Cultural b_arco, SP, e tiveram a iniciativa de realizar uma exposição colaborativa, buscando uma relação da arte contemporânea com o ambiente urbano.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

processo da artista

No preparativo do trabalho Caixa d´água, muita tinta vermelha !!


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Produção Intervenção Cobertores

Fotos do processo no ateliê antes da intervenção pública no Anhangabaú.


Luciana Benaduce

sexta-feira, 18 de setembro de 2009


Exposição Coletiva Barão 955

Exposição Coletiva Barão 955
a partir de 26 de setembro
entrada gratuita
serão expostas obras de 16 artistas;
a curadoria é de Cláudia Lessa

Entre os dias 26 de setembro e 24 de outubro, 16 artistas e uma curadora (com formações, experiências e trabalhos bastante diferentes entre si) se unirão para produzir a exposição Barão 955.
Realizada em um galpão no centro de São Paulo, com uma arquitetura despojada, peculiar das lojas dessa região, conta com elementos marcantes como colunas, mezanino, pé direito alto e profundidade, dimensões, cores e texturas variadas. Foi justamente esse aspecto que despertou o interesse da curadora, Cláudia Lessa. Para ela, "há algumas décadas foi posto que o espaço expositivo devesse ser o mais neutro possível, que não interferisse de forma alguma nas obras ali representadas, o chamado 'cubo branco'. Diferentemente disso, aqui a proposta é de estabelecer um diálogo das obras com a arquitetura do lugar, seus aspectos como ambiente urbano, estético e cultural. Até mesmo o nome da exposição, Barão 955, faz alusão ao endereço onde estará montada".
A exposição, que ficará aberta ao público por praticamente um mês, com entrada gratuita, apresentará os trabalhos dos seguintes artistas - veja abaixo (com breve currículo e informações a respeito dos trabalhos que estarão expostos):
Alberto Oliveira - paulista, nascido em 1976, já esteve em uma série de coletivas; entre elas: Worldwide Artist for Peace International Art Project, em Istambul; United Creators Art Show at the Times Square Building, em Nova York e Diversidade Religiosa no Brasil, na FAAP, em São Paulo). Na Barão 955, Oliveira vai apresentar trabalho em suporte fotográfico.
Astrid Söllner - nascida na Alemanha, em 1952, já participou de coletivas na França, Itália (onde conquistou prêmio de pintura) e no MAM, do Rio, entre outras. Na Barão 955 apresentará um quadro de acrílica e colagem, que se estenderá pela parede.
Bia Black - a artista já participou de dezenas de exposições coletivas, entre elas: na Casa das Rosas, Museu de Arte Contemporânea (MAC), Museu Brasileiro de Escultura, Instituto Tomie Ohtake, Memorial da América Latina, importantes espaços culturais em São Paulo. Na Barão 955, Bia mostrará duas obras acrílicas sobre tela: “Como se Amar fosse Morrer” e “Amar é um Elo”.
Cláudia Lessa - mineira, nascida em 1964, médica,artista plástica e curadora, com formação em diversos cursos livres, como estudos em História da Arte (MASP, CEUMA - USP, Instituto Tomie Ohtake, Pinacoteca, ECA - USP) e com Dudi Maia Rosa, Laura Vinci e Renata Pedrosa, entre outros. Apresentou trabalhos em exposições em São Paulo e Belo Horizonte. Participou da oficina de Museografia e Curadoria no MAM-SP e do curso de Planejamento e Organização de Exposições, com Maria Ignez Mantovani Franco, na Escola São Paulo. Na Barão 955 , além da curadoria e da expografia, apresentará sua obra "Pronto. Acabou." (instalação com pó de mármore e mármore branco).
Giuliano Bianchi - nascido na Itália, em 1944, é engenheiro civil por formação. Já participou de exposição coletiva no Museu Brasileiro de Escultura, no SESC Pompéia e no Centro Cultural Britânico. Tem uma produção em pintura que afirma uma poética singular que transita entre o figurativo e o abstrato. Na Barão 955, Bianchi vai expor uma série de fotos de casarões situados na orla do Porto de Belém do Pará. O visitante, através de um "coletor de dados", poderá escolher quatro fotos de sua preferência e levar cópias em tamanho de cartão postal.
Heloísa Ruiz Pereira - graduada em matemática, freqüentou nos últimos 30 anos, uma série de cursos voltados à Arte. Faz parte do no G. Factum de Arte (Jaú/SP) e do coletivo Diferentemente Iguais. Expõe regularmente seus trabalhos. Sua exposição mais recente foi em julho, na Casa das Rosas, em São Paulo: Sexto Motivo. Na Barão 955, vai apresentar Pensamento sem Fronteira (Trecho I, Trecho II, Trecho III), instalação com fitas em ferro aparente, submetidas à ação do tempo.
Luciana Benaduce paulista, nascida em 1976, formada em Comunicação Social pela FAAP, com especialização em fotografia contemporânea, estudou no International Center of Photography em N.Y., também com Eduardo Brandão e Rubens Espírito Santo. Já circulou por algumas redações, assinou fotos de still de diversos longas-metragens e também marcou presença em coletivas. Recebeu Menção Honrosa pelo Prêmio Porto Seguro de Fotografia (2001), foi selecionada para o I Salão Aberto, paralelo à XXVI Bienal Internacional SP, e ainda recebeu o prêmio “Viagem Secretaria de Estado da Cultura” no 12º Salão Paulista de Arte Contemporânea. Na Barão 955, Luciana vai apresentar “Cabine”, trabalho que utiliza uma linguagem objetiva e frontal de objetos e “Intervenção Pública”.
Marcia Abumansur - paulistana, nascida em 1960. Jornalista por formação (PUC/SP) é artista plástica e arte terapeuta. Iniciou-se na fotografia aos 15 anos e, desde então, pesquisa a imagem e a cor, utilizando diversos suportes. Participou de exposições individuais e coletivas em São Paulo - Chapel Art Show, Fiesp, Aliança Francesa, entre outras. Na Barão 955, apresenta obra que dialoga com o ver e o entrever através da verticalidade.
Maria Villares - com formação em desenho, pintura, xilogravura e escultura, já participou de coletivas em São Paulo, França, Alemanha, México e Estados Unidos, além de ter obras em acervos públicos (como Museu Curitiba, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Biblioteca Municipal Mario de Andrade, entre outros). Na Barão 955, Maria vai apresentar tramas transparentes, de variadas dimensões, feitas em PVC.
Marcela Rangel - natural de São Paulo, essa artista plástica e professora de artes participou de diversas exposições, entre elas, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, FUNARTE (São Paulo e Rio) e Memorial da América Latina. Tem realizado, nos últimos anos, uma pesquisa poética na qual explora a busca das cores e da luz pelo uso de materiais e tintas pretas. Na Barão 955, Marcela apresentará painéis negros para tentar investigar o comportamento da luz incidente. O trabalho muda conforme o observador se movimenta, ou seja, quando o ponto de vista se altera.
Maura Bresil - nascida em Campinas, essa artista participou de algumas exposições, entre elas, Presente Fidalguia (Sesc Ribeirão Preto) e no Edital Revelação, do Museu de Arte Contemporânea, de Campinas. Na Barão 955, Maura vai apresentar cerca de 10 desenhos de borboletas que estarão dispersos pelo espaço, além de fotos de paisagem sobre suporte de madeira e desenho sobreposto.
Mazzilli - nascido em 1963, em São José do Rio Pardo, o artista plástico é graduado em Medicina pela UFMG e possui pós-graduação em Psiquiatria e História da Arte. Atualmente cursa Artes Visuais na Eba, UFMG e Artes Plásticas na Escola Guignard, UEMG. Fez várias individuais em Belo Horizonte, Ouro Preto e, em São Paulo, expôs no Sesc Pompéia (CorpoInstalação) e na Casa da Xiclet. Na Barão 955, o artista vai apresentar peças com intervenção em chapas de zinco galvanizado.
Neide Caldas - nascida em São Paulo e formada em arquitetura, pela FAU/USP, iniciou os estudos em cerâmica de alta temperatura, no início dos anos 2000. Participou de uma série de concursos nacionais e internacionais, entre eles: Cerco 2007 Zaragoza (Espanha), Bienal do Museu de Carouge Genebra (Suiça) e Salão Paranaense de Cerâmica Curitiba (Paraná). Na Barão 955, apresentará duas instalações em cerâmica de alta temperatura.
Rogério Antonelli - nascido em Rezende (RJ), em 1960, é engenheiro mecânico de formação. Desde 1998 vem se aperfeiçoando em artes visuais através de diversos cursos, como Produção em Arte Contemporânea (ministrado por Leda Catunda. Expõe suas obras desde 2002, como na Galeria do Collegio das Artes e no Memorial da América Latina, ambos em São Paulo. Possui expressiva produção de desenhos e colagens, apresentados individualmente ou em instalações. Atualmente desenvolve desenhos de grandes dimensões (depois de ter realizado cerca de 2 mil trabalhos, em pequeno formato) em técnica mista sobre papel. Na Barão 955, apresentará dois novos desenhos utilizando a mesma técnica.
Rosa Grizzo - nascida em Jaú, interior do Estado, se formou em Desenho e Plástica, pela UNESP. Começou a se dedicar a pintura em 1990. Seus trabalhos integram salões e exposições em diversas cidades, onde a artista já soma 12 premiações entre ouro, prata, bronze e menções honrosas. Atualmente mantém o Grupo Factvm, de discussões, estudo e filosofia e através do qual organiza exposições anualmente. Na Barão 955, a artista apresentará uma leitura de elementos decorativos de antigas edificações, aludindo a invisibilidade da mulher nesses ambientes, em instalação com desenhos sobre papel de parede.
Vera Pamplona - paulista, formada em Artes Plásticas pela FAAP, já teve obras suas apresentadas no Museu de Arte de Joinville, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Memorial de Curitiba, Casa das Rosas, Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Algumas individuais apresentadas na Galeria Monica Filgueiras, Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras. Participou de diversos salões, entre eles o Salão Paulista de Arte Contemporânea, Salão Nacional de Arte do Rio de Janeiro, Bienal Nacional de Santos, Mostra do Desenho Brasileiro onde conquistou o Premio de Aquisição em Desenho. Na Barão 955,Vera apresentará um desenho/instalação onde utiliza técnica de impressão em adesivo vinil.
Serviço: Exposição coletiva Barão 995 Curadoria: Cláudia Lessa. Orientação: Renata Pedrosa Aberto ao público: de 26/09 a 24/10; de 3ª feira a domingo, das 11h às 17h Entrada gratuita Endereço: Alameda Barão de Limeira, 955 / Centro